Imagens que documentam a escala e posterior largada do navio de cruzeiros NORWEGIAN EPIC, da Norwegian Cruise Line, do porto do Funchal a 30 de Janeiro de 2016, em mais um cruzeiro redondo de Inverno pelo Mediterrâneo ocidental e ilhas à base de Barcelona.
Um dos maiores navios a fazer escala no porto da capital madeirense, o NORWEGIAN EPIC foi entregue em 2010 após construção nos estaleiros franceses STX Europe em St. Nazaire, curiosamente no mesmo local onde foi construído, cerca de 50 anos antes, o paquete transatlântico FRANCE da Compagnie Générale Transatlantique (French Line), que mais tarde seria renomeado de NORWAY ao serviço da então Norwegian Caribbean Line. Este antecessor de longa data do NORWEGIAN EPIC foi durante muitos anos um dos maiores navios de cruzeiro do Mundo, tendo sido de longe, na década de 80, o maior a operar nas Caraíbas nas suas saídas regulares de Miami.
Um paquete emblemático e marcante na sua época, conhecido pelas suas linhas elegantes dignas de um navio daquele nível, ao contrário do que vemos hoje em dia com estes hotéis flutuantes, no sentido literal da palavra, projectados sempre com as mesmas formas e feitios...
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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sábado, 6 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
BALMORAL num périplo à América do Sul
Alguns detalhes do navio de cruzeiros BALMORAL, da Fred. Olsen Cruise Lines, atracado no cais norte do porto do Funchal no dia 23 de Janeiro de 2016, momentos antes de largar com destino a Santa Cruz de Tenerife, num périplo de 46 noites ao continente sul-americano baseado no Reino Unido.
Agora com as novas cores (casco de cor escura) da companhia, o BALMORAL lembra a altura em que navegou como CROWN ODYSSEY pela extinta Orient Lines entre 2000 e 2003, apesar de mais curto e ainda sem as alterações na zona de vante, acima da ponte de comando.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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| Postal do CROWN ODYSSEY editado pela Orient Lines |
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VENTURA rumo às Caraíbas
O paquete britânico VENTURA visto a largar do porto do Funchal a 22 de Janeiro de 2016, em viagem transatlântica rumo a Bridgetown (ilha de Barbados), num típico itinerário da P&O às Caraíbas de e para Southampton.
O VENTURA, a par com o ARCADIA, foi um dos últimos navios a receber as novas cores da companhia inglesa, sendo que a tripulação aproveitou esta escala no Funchal para começar a pintar de azul e colocar o logótipo da P&O na chaminé.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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O VENTURA, a par com o ARCADIA, foi um dos últimos navios a receber as novas cores da companhia inglesa, sendo que a tripulação aproveitou esta escala no Funchal para começar a pintar de azul e colocar o logótipo da P&O na chaminé.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
LORD NELSON da Jubilee Sailing Trust
A barca de três mastros britânica LORD NELSON vista a largar do Funchal na manhã de 11 de Janeiro de 2016, depois de uma permanência de dois dias em porto.
Navega para a Jubilee Sailing Trust, associação inglesa que promove viagens de instrução a todos os que estejam interessados em aprender a tripular um veleiro, aceitando também passageiros com deficiência motora. A JST acredita que juntos ao promover a igualdade, a partilha, e a celebração das diferenças individuais, é possível atingir grandes metas.
A barca LORD NELSON começou a ser construída em 1984 em Wivenhoe, Essex (Reino Unido), tendo sido posteriormente transferida para os estaleiros de Vosper Thornycroft em Southampton, devido à situação económica precária da primeira empresa.
Os trabalhos terminaram em 1986, ano em que a LORD NELSON entrou em actividade. O projecto de construção foi desenvolvido a pensar nas necessidades dos deficientes motores, pelo que a barca está dotada das acessibilidades que este tipo de passageiros precisa para se movimentar e exercer as suas funções a bordo.
Em 2007 no âmbito de uma regata de grandes veleiros no Báltico, a empresa organizadora Sail Training International, tendo em conta a opinião de todos os participantes, atribuiu o troféu da amizade à tripulação da LORD NELSON, por mais terem contribuído para a amizade e compreensão neste evento.
Artigo(em inglês) no blogue da LORD NELSON sobre a mais recente estadia na Madeira.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Navega para a Jubilee Sailing Trust, associação inglesa que promove viagens de instrução a todos os que estejam interessados em aprender a tripular um veleiro, aceitando também passageiros com deficiência motora. A JST acredita que juntos ao promover a igualdade, a partilha, e a celebração das diferenças individuais, é possível atingir grandes metas.
A barca LORD NELSON começou a ser construída em 1984 em Wivenhoe, Essex (Reino Unido), tendo sido posteriormente transferida para os estaleiros de Vosper Thornycroft em Southampton, devido à situação económica precária da primeira empresa.
Os trabalhos terminaram em 1986, ano em que a LORD NELSON entrou em actividade. O projecto de construção foi desenvolvido a pensar nas necessidades dos deficientes motores, pelo que a barca está dotada das acessibilidades que este tipo de passageiros precisa para se movimentar e exercer as suas funções a bordo.
Em 2007 no âmbito de uma regata de grandes veleiros no Báltico, a empresa organizadora Sail Training International, tendo em conta a opinião de todos os participantes, atribuiu o troféu da amizade à tripulação da LORD NELSON, por mais terem contribuído para a amizade e compreensão neste evento.
Artigo(em inglês) no blogue da LORD NELSON sobre a mais recente estadia na Madeira.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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NORWEGIAN EPIC e BALMORAL no Funchal
Um verdadeiro contraste de paquetes no porto do Funchal entre BALMORAL (43,537 TAB; 1230 PAX) e NORWEGIAN EPIC (155,873 TAB; 4100 PAX), curiosamente a operar para duas empresas de origem norueguesa, Fred. Olsen Cruise Lines e Norwegian Cruise Line respectivamente.
Imagens registadas a 9 de Janeiro de 2016, no momento da entrada do BALMORAL, que chegou do seu porto base de Southampton ao início da tarde com atraso devido ao mau tempo. Cruzou-se com o gigante da NCL a caminho do cais norte do porto, recentemente revitalizado.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Imagens registadas a 9 de Janeiro de 2016, no momento da entrada do BALMORAL, que chegou do seu porto base de Southampton ao início da tarde com atraso devido ao mau tempo. Cruzou-se com o gigante da NCL a caminho do cais norte do porto, recentemente revitalizado.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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domingo, 17 de janeiro de 2016
As novas cores da Fred. Olsen
A companhia de cruzeiros de origem norueguesa Fred. Olsen, que actualmente opera para o mercado britânico, optou recentemente por mudar as cores dos quatro paquetes que compõem a sua frota, numa alusão clara ao seu país de origem e indo de encontra ao conceito que oferecem, mais clássico e tradicional.
No passado dia 10 de Janeiro, os colegas da Fred. Olsen, BOUDICCA e BALMORAL, encontraram-se no porto do Funchal já a ostentar o casco pintando de cinzento escuro complementado acima com uma linha a vermelho.
Visto que as alterações são recentes e estão a ser aplicadas com os navios a operar normalmente, foi possível verificar que o BALMORAL apresentava na amura um espaço ainda por pintar.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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No passado dia 10 de Janeiro, os colegas da Fred. Olsen, BOUDICCA e BALMORAL, encontraram-se no porto do Funchal já a ostentar o casco pintando de cinzento escuro complementado acima com uma linha a vermelho.
Visto que as alterações são recentes e estão a ser aplicadas com os navios a operar normalmente, foi possível verificar que o BALMORAL apresentava na amura um espaço ainda por pintar.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Paquetes da P&O no Funchal em viagem transatlântica
Imagens dos paquetes ARCADIA e OCEANA da P&O Cruises, que fizeram escala no porto do Funchal a 7 e 8 de Janeiro de 2016 respectivamente, no decurso de viagens transatlânticas. O primeiro oriundo das Caraíbas para o Reino Unido e o segundo no sentido inverso.
Ambos paquetes construídos em Itália nos estaleiros do grupo Fincantieri, começaram a operar para esta companhia secular britânica já na era Carnival, o OCEANA integrava uma classe de quatro navios gémeos na Princess Cruises como OCEAN PRINCESS, e foi transferido em 2002 para a P&O, enquanto que o ARCADIA foi inicialmente projectado como QUEEN VICTORIA para a Cunard, seguindo as linhas da classe Vista da Holland America Line. Todavia o projecto passou para as mãos da P&O em plena construção, tendo o ARCADIA começado a operar para os mesmos em 2005.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Ambos paquetes construídos em Itália nos estaleiros do grupo Fincantieri, começaram a operar para esta companhia secular britânica já na era Carnival, o OCEANA integrava uma classe de quatro navios gémeos na Princess Cruises como OCEAN PRINCESS, e foi transferido em 2002 para a P&O, enquanto que o ARCADIA foi inicialmente projectado como QUEEN VICTORIA para a Cunard, seguindo as linhas da classe Vista da Holland America Line. Todavia o projecto passou para as mãos da P&O em plena construção, tendo o ARCADIA começado a operar para os mesmos em 2005.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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