Um verdadeiro contraste de tamanhos, e também de conceitos, entre navios de cruzeiro que se verificou no porto do Funchal no passado dia 24 de Fevereiro, quando o MEIN SCHIFF 4 passou pelo BERLIN durante a sua largada ao início da tarde. Ambos que são operados por alemães, pela TUI Cruises e FTI Cruises respectivamente.
Esta diversidade de oferta, neste caso em concreto direccionado para o mercado alemão, acaba por estender-se à indústria global dos cruzeiros, pois existe actualmente uma panóplia vasta de conceitos que vão de encontra aos diversos tipos de exigências e gostos de quem procura estas viagens de lazer. Desde as cidades flutuantes vocacionadas para as massas até aos mais pequenos mas por sua vez mais intimistas, dos navios com linhas de iate e veleiro a operar no segmento de luxo aos cruzeiros de baixo custo "low cost", e dos navios de cruzeiro de rio aos navios de expedição que navegam pelas zonas mais remotas do planeta, a verdade é que face ao crescimento do sector nos últimos tempos, nunca houveram tantas opções para fazer um cruzeiro como hoje em dia.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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terça-feira, 8 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
TTS QUINAM no Funchal em viagem de entrega
Imagens registadas a 2 de Março último e alusivas à chegada do porto do Funchal do mais recente navio patrulha da Guarda Costeira de Trindade e Tobago, TTS QUINAM, que ainda cheira a fresco estando em viagem de entrega dos estaleiros onde foi construído, em Damen Gorinchem (Holanda), para o seu país de bandeira no Mar das Caraíbas.
O QUINAM resulta de um contrato de quatro anos que o Governo de Trindade e Tobago assinou com os estaleiros Damen para a construção de 12 navios, com o principal objectivo de assegurar e melhorar a segurança marítima daquele país.
O projecto inclui três classes distintas, uma delas baseada em quatro navios patrulha idênticos, à qual pertence o QUINAM, destinados ao patrulhamento em águas costeiras bem como a possíveis operações em toda a Zona Exclusiva Económica de Trindade e Tobago.
Como principais características apresentam 51 metros de comprimento por 9 metros de largura e estão aptos para atingir 28 nós de velocidade, beneficiando de um desenho inovador de proa (Sea-Axe) que proporciona uma maior estabilidade, sobretudo em condições de mar adverso. A nível de equipamentos possui um avançado sistema de vigilância e está dotado a bordo de uma pequena embarcação de 11 metros e um semi-rígido para desembarques rápidos.
Já o ano passado uma das unidades gémeas do QUINAM, o TSS SPEYSIDE fez escala no porto do Funchal numa viagem semelhante.
Depois de uma escala de dois dias, o TSS QUINAM largou do Funchal na tarde do dia 4 de Março, rumo ao porto do Mindelo em Cabo Verde.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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O QUINAM resulta de um contrato de quatro anos que o Governo de Trindade e Tobago assinou com os estaleiros Damen para a construção de 12 navios, com o principal objectivo de assegurar e melhorar a segurança marítima daquele país.
O projecto inclui três classes distintas, uma delas baseada em quatro navios patrulha idênticos, à qual pertence o QUINAM, destinados ao patrulhamento em águas costeiras bem como a possíveis operações em toda a Zona Exclusiva Económica de Trindade e Tobago.
Como principais características apresentam 51 metros de comprimento por 9 metros de largura e estão aptos para atingir 28 nós de velocidade, beneficiando de um desenho inovador de proa (Sea-Axe) que proporciona uma maior estabilidade, sobretudo em condições de mar adverso. A nível de equipamentos possui um avançado sistema de vigilância e está dotado a bordo de uma pequena embarcação de 11 metros e um semi-rígido para desembarques rápidos.
Já o ano passado uma das unidades gémeas do QUINAM, o TSS SPEYSIDE fez escala no porto do Funchal numa viagem semelhante.
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| As escalas do TSS SPEYSIDE e TSS QUINAM marcadas para a prosperidade no porto do Funchal. |
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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terça-feira, 1 de março de 2016
VENTURA e AIDA SOL - As primeiras escalas de Março
Os paquetes VENTURA e AIDA SOL foram hoje, no primeiro dia de Março, os primeiros navios de cruzeiro deste mês no porto do Funchal, que promete 29 escalas.
Curiosamente o VENTURA foi um dos primeiros e será um dos últimos, com escala prevista para dia 31 partilhando o cais com o THOMSON MAJESTY.
Num mês ausente de escalas inaugurais verifica-se nos últimos 15 dias, e como já vem sendo habitual em anos anteriores, o início das escalas de navios em viagens transatlânticas posicionais das Américas para a Europa, beneficiando da privilegiada posição geo-estratégica da Madeira neste tipo de rotas, principalmente as que se destinam ao Mediterrâneo. Tal situação permite-nos observar navios não tão habituais, para além das presenças assíduas a que já nos acostumamos nesta época de Inverno.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Curiosamente o VENTURA foi um dos primeiros e será um dos últimos, com escala prevista para dia 31 partilhando o cais com o THOMSON MAJESTY.
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| Para além desta, o VENTURA fará mais duas escalas no Funchal este mês, nos dias 16 e 31. |
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| Momento da largada do VENTURA esta tarde, do Funchal rumo à Corunha. |
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
AIDA MAR na Noruega
Teria sido a primeira escala inaugural de 2016 e o navio da frota em operação da AIDA que ainda não tinha visitado o porto do Funchal, se o AIDA MAR não tivesse cancelado a sua escala de estreia amanhã. O mau tempo na travessia atlântica desde as Caraíbas levou à opção de trocar a Madeira pelos Açores, mais precisamente Ponta Delgada, na sua viagem posicional para o Norte da Europa.
Infelizmente como não será desta que teremos a oportunidade de o fotografar no Funchal, ficam algumas imagens registadas por nós na Noruega, nos portos de Bergen e Geiranger, obtidas a 11 e 12 de Junho de 2012 respectivamente, na altura quando o navio realizava a sua época inaugural.
O AIDA MAR foi a sexta unidade da classe Diva (ou Sphinx) a ser entregue à AIDA pelos estaleiros alemães de Meyer Werft em Papenburgo, paquetes de médio porte de acordo com os parâmetros actuais. Como principais características apresenta 71,304 TAB, 251 metros de comprimento por 32,2 de boca e capacidade para receber até 2500 passageiros e uma tripulação de 634 elementos. À semelhança de toda a frota da companhia, ostenta à popa a bandeira italiana, estando registado no porto de Génova.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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| AIDA MAR em Bergen, num momento romântico com o AIDA LUNA. |
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| A sair de Bergen rumo ao fiorde de Geiranger. |
O AIDA MAR foi a sexta unidade da classe Diva (ou Sphinx) a ser entregue à AIDA pelos estaleiros alemães de Meyer Werft em Papenburgo, paquetes de médio porte de acordo com os parâmetros actuais. Como principais características apresenta 71,304 TAB, 251 metros de comprimento por 32,2 de boca e capacidade para receber até 2500 passageiros e uma tripulação de 634 elementos. À semelhança de toda a frota da companhia, ostenta à popa a bandeira italiana, estando registado no porto de Génova.
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| Fundeado em Geiranger, desde 2005 Património Mundial da UNESCO. |
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Um visitante assíduo

O navio de cruzeiros AIDA SOL fotografado no passado dia 16 de Fevereiro, atracado no cais norte do porto do Funchal, que ao contrário do molhe oposto oferece melhores vistas para os navios, sem vedações e outros tipos de entraves.
O AIDA SOL tem sido o visitante mais regular nesta época de Inverno no porto da capital madeirense, realizando escalas semanais à Terça-Feira desde Setembro último, numa operação que se deve manter até o próximo mês de Abril.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Três paquetes três grupos distintos
Três navios de cruzeiro, MSC FANTASIA, MEIN SCHIFF 4 e AIDA SOL ocuparam ontem por completo o espaço acostável do porto do Funchal, juntamente com o ferry LOBO MARINHO, que não efectuou viagem para o Porto Santo, estando no seu dia de descanso semanal.
Quando aos paquetes, estavam ontem a representar grupos distintos em actividade no sector dos cruzeiros, o MSC FANTASIA da MSC Crociere que pertence ao grupo italiano Mediterranean Shipping Company S.A, o AIDA SOL da AIDA Cruises, companhia sediada na Alemanha mas que integra a Costa Crociere, que por sua vez faz parte do grupo norte-americano Carnival Corporation, e por fim o MEIN SCHIFF 4 da TUI Cruises, empresa alemã que resulta de uma parceria entre o maior operador turístico do Mundo, TUI AG e o segundo maior grupo da indústria dos cruzeiros, a Royal Caribbean.
O paquete com bandeira de Malta fez de segunda para terça uma escala não programada no Funchal, depois de ter cancelado em Casablanca devido ao mau tempo na travessia de Canárias até Marrocos.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Quando aos paquetes, estavam ontem a representar grupos distintos em actividade no sector dos cruzeiros, o MSC FANTASIA da MSC Crociere que pertence ao grupo italiano Mediterranean Shipping Company S.A, o AIDA SOL da AIDA Cruises, companhia sediada na Alemanha mas que integra a Costa Crociere, que por sua vez faz parte do grupo norte-americano Carnival Corporation, e por fim o MEIN SCHIFF 4 da TUI Cruises, empresa alemã que resulta de uma parceria entre o maior operador turístico do Mundo, TUI AG e o segundo maior grupo da indústria dos cruzeiros, a Royal Caribbean.
O paquete com bandeira de Malta fez de segunda para terça uma escala não programada no Funchal, depois de ter cancelado em Casablanca devido ao mau tempo na travessia de Canárias até Marrocos.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Porto do Funchal
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Contra-torpedeiro USS THE SULLIVANS no Funchal
Imagens das manobras de entrada e saída no porto do Funchal do contra-torpedeiro norte-americano USS THE SULLIVANS, registadas a 4 de Fevereiro último, uma das inúmeras unidades da classe Arleigh Burke ao serviço da Marinha de Guerra dos E.U.A.
Estes navios militares contra-torpedeiros surgiram em finais do Séc. XIX, pela necessidade de defender outros navios mais lentos e inofensivos da ameaça dos navios torpedeiros, daí a origem da sua designação. Em inglês ficaram conhecidos como "torpedo boat destroyers" sendo que hoje em dia são simplesmente chamados de "destroyers".
Apesar da ameaça dos navios torpedeiros não ser tanto uma constante hoje em dia, estas autênticas máquinas de guerra que são os contra-torpedeiros mantêm actualmente as mesmas funções que os seus antepassados, embora a um nível muito superior no que toca a sistemas de informação e armamento.
As unidades da classe Arleigh Burke, como a USS THE SULLIVANS, são extremamente multifacetadas possuindo diversas vertentes de ataque, por exemplo a nível anti-submarino estão dotadas de lança torpedos Mark 32, pelo que para o ataque aéreo e terrestre existem os avançados sistemas de mísseis tele-guiados de lançamento vertical bem como os sistemas Phalanx CIWS (combate a curta distância) com duas peças de 20 mm para defesa aérea.
O USS THE SULLIVANS possui ainda um heliporto à popa, apto para receber helicópteros Sikorsky SH-60 Seahawk, cuja operação é fundamental para o combate anti-submarino. Sendo o THE SULLIVANS um contra-torpedeiro Arleigh Burke de geração "Flight I", o mesmo não está dotado de um hangar para armazenar helicópteros, o mesmo só foi complementado a partir da geração "Flight II".
Não deixa ser curioso de constatar que apesar destes contra-torpedeiros, e outros navios militares em geral, possuírem uma excelente manobrabilidade em navegação, são muito limitados a nível de manobras em porto. No Funchal requisitam quase sempre o apoio de dois rebocadores para atracar e desatracar, como documentam as imagens.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Estes navios militares contra-torpedeiros surgiram em finais do Séc. XIX, pela necessidade de defender outros navios mais lentos e inofensivos da ameaça dos navios torpedeiros, daí a origem da sua designação. Em inglês ficaram conhecidos como "torpedo boat destroyers" sendo que hoje em dia são simplesmente chamados de "destroyers".
Apesar da ameaça dos navios torpedeiros não ser tanto uma constante hoje em dia, estas autênticas máquinas de guerra que são os contra-torpedeiros mantêm actualmente as mesmas funções que os seus antepassados, embora a um nível muito superior no que toca a sistemas de informação e armamento.
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| Peça de 127 mm na proa do navio |
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| Sistemas de lança torpedos Mark 32 |
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| Sistema Phalanx CIWS de 20 mm à popa |
O USS THE SULLIVANS possui ainda um heliporto à popa, apto para receber helicópteros Sikorsky SH-60 Seahawk, cuja operação é fundamental para o combate anti-submarino. Sendo o THE SULLIVANS um contra-torpedeiro Arleigh Burke de geração "Flight I", o mesmo não está dotado de um hangar para armazenar helicópteros, o mesmo só foi complementado a partir da geração "Flight II".
Não deixa ser curioso de constatar que apesar destes contra-torpedeiros, e outros navios militares em geral, possuírem uma excelente manobrabilidade em navegação, são muito limitados a nível de manobras em porto. No Funchal requisitam quase sempre o apoio de dois rebocadores para atracar e desatracar, como documentam as imagens.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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