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terça-feira, 29 de março de 2016

COLUMBUS o novo navio da CMV no Funchal em 2017

A Cruise & Maritime Voyages (CMV) adquiriu recentemente uma nova unidade, que opera actualmente para a P&O Australia como PACIFIC PEARL, e que a partir do próximo ano passará a chamar-se COLUMBUS.
Previsão do actual PACIFIC PEARL como COLUMBUS e com as novas cores. Imagem: CMV
Com cerca de 63,500 TAB e capacidade para 1,660 passageiros, será o maior a navegar para o referido operador britânico. Construído em 1989 nos estaleiros franceses Chantiers de l'Atlantique em St. Nazaire para a Princess Cruises, fez como STAR PRINCESS uma única escala no porto do Funchal a 9 de Novembro de 1992. Depois já a operar para o mercado inglês realizou diversas escalas, primeiro como ARCADIA para a P&O entre 1997 e 2003, e depois como OCEAN VILLAGE entre 2003 e 2010, num conceito mais informal. Agora que volta a operar para os britânicos, era previsível que regressasse ao Funchal num regime de escalas mais frequente.
OCEAN VILLAGE na última escala que fez no Funchal com este nome a 2 de Abril de 2010.
A primeira escala como COLUMBUS e pela CMV deverá acontecer a 20 de Agosto de 2017, seguida de mais duas escalas ainda nesse ano, previstas para os dias 24 de Outubro e 9 de Dezembro. Fonte: Previsão anual APRAM.
No passado Sábado, dia 26 de Março, fez escala no porto do Funchal o MARCO POLO, a primeira unidade da CMV quando esta iniciou actividade em 2009 e que assim mantém um dos mais antigos navios de cruzeiro do sector actualmente, a contar já com meio século de navegações.
Foi construído em 1965 na antiga Alemanha do Leste para os soviéticos da FESCO (Far Eastern Shipping Company) como ALEKSANDR PUSHKIN, o segundo de uma classe de 5 paquetes gémeos conhecida por Ivan Franko.
Nestas últimas imagens o MARCO POLO visto a largar do Funchal após a sua escala mais recente, ao início da noite rumo a Lisboa, na recta final de um cruzeiro transatlântico às Caraíbas com base no porto de Bristol, Avonmouth.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária. 
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sexta-feira, 25 de março de 2016

IJSSELDIJK no porto do Caniçal

Imagens do navio de carga geral holandês IJSSELDIJK a chegar esta tarde ao porto do Caniçal, oriundo de Nantes.
Uma visita pouco usual, que difere das habituais escalas comerciais de linha regular entre Portugal Continental e Madeira. O navio atracou no cais norte com o apoio do rebocador BOQUEIRÃO, depois de efectuada a rotação no interior do porto.
Lancha ILHÉU DO FAROL e o rebocador BOQUEIRÃO prontos para assistir o IJSSELDIJK
O IJSSELDIJK começou a navegar em 2009 como JRS AQUARIUS, e opera actualmente para a Navigia Shipmanagement de Groningen, o seu porto de registo.
Apresenta um porte de 4,891 toneladas e 90 metros de comprimento por 14 metros de boca.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária. 
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sábado, 19 de março de 2016

SIRENA no Funchal em escala técnica

Esteve hoje no porto do Funchal entre as 0h e as 05h o navio de cruzeiros SIRENA, pela primeira vez com este nome e em fase de mudança de cores, tendo sido entregue recentemente à Oceania Cruises depois de ter operado este Inverno nas Caraíbas como OCEAN PRINCESS, a sua designação anterior.
Em viagem transatlântica desde o porto de Miami, o navio efectou uma breve escala técnica sem passageiros para reabastecer. Segue agora rumo a Marselha onde irá entrar em estaleiro para uma remodelação a orçar os 40 milhões de dólares, de modo a satisfazer os parâmetros da sua nova companhia.
Novo nome do navio, com a designação anterior em baixo pintada de branco e pouco visível...
...O mesmo verifica-se à popa, com o novo nome e registo nas ilhas Majuro e em cima o nome antigo algo apagado.
A viagem inaugural pelo Mediterrâneo está prevista para dia 27 de Abril, iniciando-se em Barcelona e fazendo passagem em portos como Monte Carlo, St. Tropez, Civitavecchia, La Valletta, Kotor (Montenegro), Split (Croácia) e Koper (Eslovénia) terminando em Veneza.
O logótipo da Princess camuflado a branco na chaminé. 
O SIRENA faz parte de um projecto de 8 unidades idênticas da extinta Renaissance Cruises, todas elas construídas em Chantiers de l'Atlantique, estaleiros em St. Nazaire que actualmente pertencem ao grupo sul-coreano STX. Foi entregue em 1999 como R FOUR, sendo que após a falência da Renaissance foi adquirido pela Princess, navegando primeiro como TAHITIAN PRINCESS, em cruzeiros pelo Pacífico Sul, e mais tarde renomeado de OCEAN PRINCESS.
TAHITIAN PRINCESS na única escala que fez com este nome no Funchal a 26 de Setembro de 2009.
OCEAN PRINCESS saindo do Funchal após a última escala com este nome a 10 de Dezembro de 2015.
Junta-se agora a três dos seus antigos companheiros de classe, que já operam há muito com as cores da Oceania, o INSIGNIA (ex. R ONE), REGATTA (ex. R TWO) e NAUTICA (ex. R FIVE).
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária. 
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quinta-feira, 17 de março de 2016

Iate de luxo JUST J'S em viagem inaugural

O iate de luxo a motor JUST J'S, visto a chegar e a manobrar no interior do porto do Funchal no passado dia 24 de Fevereiro, dando início a uma longa estadia de 16 dias.
O JUST J'S tinha acabado de ser entregue nesse mês aos seus novos proprietários norte-americanos, após construção nos estaleiros holandeses de Hakvoort em Monnickendam, sendo que vinha bem fresco em viagem transatlântica inaugural para os E.U.A.
Com 1,150 TAB e 61 metros de comprimento, este iate com bandeira nas ilhas Caimão (e cuja arquitectura e engenharia naval foi concebida pela Diana Yacht Design) dispõe das melhores amenidades como piscina, ginásio, sala de massagens e ainda quatro motas de água e uma pequena baleeira de 9 metros, que são lançados ao mar através de duas grandes portas situadas à popa e em ambos os lados do iate.
Está pronto para receber até 14 hóspedes distribuídos por sete luxuosos camarotes, que são servidos por uma tripulação de 16 elementos.
Dotado de duas máquinas Caterpillar a diesel, está apto para atingir uma velocidade máxima de 15,5 nós e uma autonomia de 4,000 milhas náuticas a 13 nós.
O JUST'S que passou grande parte do tempo atracado no porto do Funchal em escala técnica, chegou a sair algumas vezes com o seu proprietário a bordo, para pequenas viagens pela costa sul da ilha. Na última semana e por falta de espaço no molhe sul, o comandante optou por fundear alguns dias ao largo da Barreirinha. Largou definitivamente ao final da noite do dia 11 de Março rumo a Miami.
JUST J'S fundeado no Funchal a 8 de Março.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária. 
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terça-feira, 8 de março de 2016

BERLIN de 1980

Registos do navio de cruzeiros BERLIN, na sua escala mais recente no porto do Funchal, tendo chegado a 24 de Fevereiro oriundo de La Palma e largando no dia seguinte com destino a Gibraltar.
A contar já com mais de três décadas de actividade, foi construído em Kiel na Alemanha por encomenda da extinta Peter Deilmann, começando a operar em 1980. Acabaria por mudar de nome pouco depois, para operar no Extremo Oriente fretado a um operador asiático que o renomeou PRINCESS MASHURI.
Quando regressou à Peter Deilmann, ainda nos anos 80, voltou a se chamar BERLIN e foi alongado em mais 20 metros. Manteve-se a operar pelos alemães até 2004, sendo que depois foi novamente renomeado, primeiro de ORANGE MELODY, para um operador russo, e depois de SPIRIT OF ADVENTURE quando integrou o grupo britânico SAGA.
Voltou à sua designação original em 2012, de novo operado por alemães, desta feita para a FTI Cruises, que actualmente mantém o navio.
Pintura no molhe sul feita pela tripulação.
BERLIN a largar do Funchal ao início da tarde do dia 25 de Fevereiro.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária. 
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Contraste de navios de cruzeiro no Funchal

Um verdadeiro contraste de tamanhos, e também de conceitos, entre navios de cruzeiro que se verificou no porto do Funchal no passado dia 24 de Fevereiro, quando o MEIN SCHIFF 4 passou pelo BERLIN durante a sua largada ao início da tarde. Ambos que são operados por alemães, pela TUI Cruises e FTI Cruises respectivamente.
Esta diversidade de oferta, neste caso em concreto direccionado para o mercado alemão, acaba por estender-se à indústria global dos cruzeiros, pois existe actualmente uma panóplia vasta de conceitos que vão de encontra aos diversos tipos de exigências e gostos de quem procura estas viagens de lazer. Desde as cidades flutuantes vocacionadas para as massas até aos mais pequenos mas por sua vez mais intimistas, dos navios com linhas de iate e veleiro a operar no segmento de luxo aos cruzeiros de baixo custo "low cost", e dos navios de cruzeiro de rio aos navios de expedição que navegam pelas zonas mais remotas do planeta, a verdade é que face ao crescimento do sector nos últimos tempos, nunca houveram tantas opções para fazer um cruzeiro como hoje em dia.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária. 
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