Desde que o paquete THOMSON MAJESTY mudou de comandante no mês passado, o mesmo tem vindo a realizar umas manobras no mínimo impressionantes no decurso das suas escalas regulares no porto do Funchal.
É agora costume o navio com 173 metros de comprimento, 27 de boca e 6 metros de calado, voltar no interior do porto, tendo já feito uma manobra semelhante à do ferry LOBO MARINHO quando chega ao Funchal, voltando em frente ao cais norte. Um procedimento bem arrojado atendendo à diferença de tamanho significativa entre os dois navios.
A semana passada o THOMSON MAJESTY voltou a realizar, à saída, uma manobra vistosa, ao voltar de bombordo para estibordo com a proa virada para terra, entre o molhe sul e o cais 8, como documentam as imagens. Momento que abrilhantou os olhos de quem estava a assistir, em especial dos entusiastas de navios, que muito apreciam ver estes que são os maiores objectos móveis feitos pelo Homem em acção.
Certo é que já lá vão muitos anos desde que um navio destas dimensões não voltava no interior do porto do Funchal, algo que muitos achavam não ser possível nos dias de hoje, devido às obras que foram surgindo na frente mar da cidade e aos fundos cada vez mais reduzidos.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Uma manhã com muitos navios
A manhã do passado dia 14 de Abril foi uma daquelas em que muito compensa madrugar para ir ver navios, especialmente com o grande movimento que se verificou no porto do Funchal.
O AIDA CARA foi o primeiro a chegar, oriundo dos Açores, acompanhando a chegada da primeira luz do dia à medida que atracava no cais norte. Segui-se o LE PONANT, navio de cruzeiros com desenho de veleiro de três mastros a operar pelos franceses da Compagnie du Ponant, que realizou a manobra no interior do porto para atracar por estibordo no molhe sul.
Pontualmente às 8h, como é habitual, largava o LOBO MARINHO para mais uma travessia até ao Porto Santo, cruzando-se à saída com o THOMSON MAJESTY. Fez-se ouvir um apito curto vindo do navio ferry de bandeira portuguesa, correspondido por outro igual do paquete, que logo de seguida procedeu à sua atracação enquanto começavam a cair alguns aguaceiros.
Um pouco depois era a vez do mais pequeno navio a operar para a Princess Cruises, o PACIFIC PRINCESS, efectuar a sua aproximação ao Funchal, já dos últimos portos de um grande cruzeiro de circum-navegação com a duração de 112 dias iniciado em Janeiro à base de Fort Lauderdale e Los Angeles.
Nesse preciso momento, o rebocador PONTA DO PARGO deixou o seu posto e foi ao seu encontro, acompanhado-o apenas por prevenção, tendo o PACIFIC PRINCESS atracado pelos seus próprios meios junto ao Forte da Nossa Senhora da Conceição.
E assim ficava composto o porto com 4 navios de turismo, após um período de grande actividade logo ao início de manhã, que nunca deixam de entusiasmar quem tem um gosto especial por toda esta envolvente.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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O AIDA CARA foi o primeiro a chegar, oriundo dos Açores, acompanhando a chegada da primeira luz do dia à medida que atracava no cais norte. Segui-se o LE PONANT, navio de cruzeiros com desenho de veleiro de três mastros a operar pelos franceses da Compagnie du Ponant, que realizou a manobra no interior do porto para atracar por estibordo no molhe sul.
Pontualmente às 8h, como é habitual, largava o LOBO MARINHO para mais uma travessia até ao Porto Santo, cruzando-se à saída com o THOMSON MAJESTY. Fez-se ouvir um apito curto vindo do navio ferry de bandeira portuguesa, correspondido por outro igual do paquete, que logo de seguida procedeu à sua atracação enquanto começavam a cair alguns aguaceiros.
Um pouco depois era a vez do mais pequeno navio a operar para a Princess Cruises, o PACIFIC PRINCESS, efectuar a sua aproximação ao Funchal, já dos últimos portos de um grande cruzeiro de circum-navegação com a duração de 112 dias iniciado em Janeiro à base de Fort Lauderdale e Los Angeles.
Nesse preciso momento, o rebocador PONTA DO PARGO deixou o seu posto e foi ao seu encontro, acompanhado-o apenas por prevenção, tendo o PACIFIC PRINCESS atracado pelos seus próprios meios junto ao Forte da Nossa Senhora da Conceição.
E assim ficava composto o porto com 4 navios de turismo, após um período de grande actividade logo ao início de manhã, que nunca deixam de entusiasmar quem tem um gosto especial por toda esta envolvente.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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LE LYRIAL em estreia no Funchal
O navio de cruzeiros francês LE LYRIAL, com aspecto e conceito de iate, fez a sua escala inaugural no porto do Funchal no passado dia 12 de Abril, uma estadia curta em viagem posicional para a Europa.
Com o nome dedicado à constelação Lyra do hemisfério norte, este navio vocacionado para o segmento dos cruzeiros de luxo foi a quarta e mais recente unidade da classe Boreal, desenvolvida em prol da modernização da frota da Compagnie du Ponant.
O LYRIAL, que foi precedido pelos gémeos LE BOREAL, L'AUSTRAL e LE SOLEAL, todos eles construídos em Fincantieri Ancona, apresenta 11,000 TAB, 142 metros de comprimento e capacidade para hospedar até 264 passageiros nos seus 122 camarotes e suites, todos eles com vista mar e 94% dos mesmos equipados com varanda. Para além da qualidade superior patente a bordo destes navios, estes oferecem também uma vertente de expedição, já que estão aptos para operar nas regiões polares e chegar onde os maiores não podem.
Nas imagens, o LE LYRIAL a largar do porto da capital madeirense, a chuva fez questão em acompanhar o momento.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Com o nome dedicado à constelação Lyra do hemisfério norte, este navio vocacionado para o segmento dos cruzeiros de luxo foi a quarta e mais recente unidade da classe Boreal, desenvolvida em prol da modernização da frota da Compagnie du Ponant.
O LYRIAL, que foi precedido pelos gémeos LE BOREAL, L'AUSTRAL e LE SOLEAL, todos eles construídos em Fincantieri Ancona, apresenta 11,000 TAB, 142 metros de comprimento e capacidade para hospedar até 264 passageiros nos seus 122 camarotes e suites, todos eles com vista mar e 94% dos mesmos equipados com varanda. Para além da qualidade superior patente a bordo destes navios, estes oferecem também uma vertente de expedição, já que estão aptos para operar nas regiões polares e chegar onde os maiores não podem.
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| No tombadilho superior, alguns semi-rígidos utilizados para desembarcar em locais de difícil acesso. |
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
SEABOURN QUEST a largar do Funchal
Este paquete com linhas e conceito de iate é até à data a mais recente unidade entregue à Seabourn Cruise Line, companhia sediada em Seattle, de origem norueguesa, que actualmente integra o grupo Carnival.
O SEABOURN QUEST construído em 2011 nos estaleiros T. Mariotti (Génova), foi o último navio de uma classe de três unidades gémeas que veio modernizar a frota da Seabourn, tendo sido precedido em 2009 pelo SEABOURN ODYSSEY e em 2010 pelo SEABOURN SOJOURN.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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quarta-feira, 13 de abril de 2016
ASTORIA um navio afortunado
O navio de cruzeiros ASTORIA, a operar actualmente para o mercado britânico pela Cruise & Maritime Voyages, foi originalmente lançado a 9 de Setembro de 1946 para a Swedish America Line como STOCKHOLM, um nome que ficou associado a uma das maiores tragédias marítimas da história.
Em 1956 num dia de denso nevoeiro, o STOCKHOLM em viagem transatlântica no sentido este-oeste, colidiu no Atlântico Norte com o paquete ANDREA DORIA, que viajava no sentido oposto. O acidente acabou por levar ao naufrágio deste último, lançado apenas três anos antes e que até então era visto como o orgulho da Marinha Mercante italiana. Do outro lado e por mais incrível que possa parecer, o STOCKHOLM ficou com a proa abalroada mas não afundou, tendo ainda resgatado a maioria dos passageiros do ANDREA DORIA e continuando viagem pelos seus próprios meios rumo a Nova Iorque. Todavia 47 passageiros do navio italiano acabaram por perder a vida no momento do acidente.
As reparações para a proa do STOCKHOLM iniciaram-se posteriormente nos estaleiros norte-americanos de Bethlehem Steel Company em Baltimore e o navio voltou a navegar em Novembro de 1956. Porém nos anos que se seguiram, a perda de notoriedade após a tragédia era bem patente e em 1960 foi renomeado de VOLKERFREUNDSCHAFT a operar cruzeiros maioritariamente para alemães do partido comunista, trabalhadores e famílias aos quais eram atribuídas este tipo de viagens como recompensa.
Apesar das suas origens datarem de 1946, o ASTORIA é agora, no fundo, um navio dos anos 90, tanto a nível exterior como técnico, resistindo apenas o casco da década de 40. Entre 1992 e 1994 foi totalmente remodelado, tendo sido construído um casario novo e as turbinas a vapor substituídas por motores diesel, entre outras alterações não menos importantes. Regressou como novo, renomeado de ITALIA PRIMA a operar para os italianos da Nina Compania di Navigazione.
Posteriormente ainda passou pela Festival Cruises como CARIBE e depois por duas companhias sediadas em Portugal, primeiro como ATHENA pela Classic International Cruises e de seguida como AZORES para a Portuscale Cruises, sendo que em ambas era normalmente fretado a operadores estrangeiros. Foi precisamente para a CMV, o último operador pelo qual o AZORES navegou por afretamento, que recentemente tomou a propriedade do navio mudando a sua designação para a actual.
O ASTORIA conta hoje em dia com uma história vasta, que poderia muito bem ter terminado em 1956, caso o acidente no qual foi interveniente tivesse ocorrido de outra forma, ou inclusive colocando a hipótese se o mesmo não tivesse acontecido, seria então muito provável que não teria resistido como tem feito actualmente, se tivesse continuado como STOCKHOLM. Deveras uma navio afortunado pelo destino.
Nas imagens, o ASTORIA visto no Funchal a 7 de Abril último, na primeira escala que fez no porto da capital madeirense com este nome, no decurso de um cruzeiro aos arquipélagos dos Açores e Madeira baseado em Inglaterra.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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| O ASTORIA como STOCKHOLM na sua forma original. Imagem: SS Maritime. |
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| STOCKHOLM de chegada a Nova Iorque com a proa abalroada dias depois da colisão com o ANDREA DORIA. Imagem: SS Maritime. |
Posteriormente ainda passou pela Festival Cruises como CARIBE e depois por duas companhias sediadas em Portugal, primeiro como ATHENA pela Classic International Cruises e de seguida como AZORES para a Portuscale Cruises, sendo que em ambas era normalmente fretado a operadores estrangeiros. Foi precisamente para a CMV, o último operador pelo qual o AZORES navegou por afretamento, que recentemente tomou a propriedade do navio mudando a sua designação para a actual.
Nas imagens, o ASTORIA visto no Funchal a 7 de Abril último, na primeira escala que fez no porto da capital madeirense com este nome, no decurso de um cruzeiro aos arquipélagos dos Açores e Madeira baseado em Inglaterra.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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segunda-feira, 11 de abril de 2016
Estreia do HORIZON no Porto Santo e na Madeira
O navio de cruzeiros HORIZON, com bandeira na ilha de Malta e a operar maioritariamente para o mercado francês ao serviço da Croisières de France, fez no passado dia 5 de Abril a sua primeira escala com este nome no arquipélago da Madeira, ocasião inédita tendo em conta que a mesma aconteceu no porto de Porto Santo e não no Funchal como é mais habitual.
Em viagem posicional transatlântica oriundo do porto de Philipsburg, ilha de St. Maarten nas Caraíbas, chegou ao início da manhã largando o ferro a sudoeste do porto, permanecendo assim fundeado durante todo o tempo de escala.
Desde logo as baleeiras começaram a trazer os milhares de turistas que viajavam a bordo do HORIZON para terra, sendo que alguns partiram em excursões pela ilha enquanto outros preferiram conhecer o destino independentemente. De uma forma ou outra este trânsito veio a proporcionar um movimento fora do comum, especialmente no centro da Cidade Baleira, o que acaba por ser sempre benéfico para a economia local.
Depois de uma estadia de aproximadamente nove horas, o navio largou perto das 17h rumo a Gibraltar e a caminho do Mediterrâneo. A ilha dourada tem ainda uma escala prevista de um navio de cruzeiros este mês, do AMADEA da Phoenix Reisen, no próximo dia 24 de Abril.
O HORIZON começou a navegar em 1990 com este mesmo nome, tendo sido o primeiro navio encomendado de raiz pela Celebrity Cruises, que na altura ainda integrava o grupo grego da Chandris. À semelhança da unidade gémea entregue dois anos após, o ZENITH, o HORIZON foi construído pelos estaleiros alemães de Meyer Werft, e as linhas de ambos os paquetes serviram de inspiração às futuras gerações de navios da Celebrity, nomeadamente a classe Century e mais tarde a classe Millennium, esta última construída quando a companhia já pertencia ao grupo norte-americano Royal Caribbean.
Em 2006 foi transferido para a Island Cruises, o resultado de uma parceria entre a Royal Caribbean e o operador britânico First Choice, tendo sido renomeado de ISLAND STAR, nome que ostentou até 2009 e com o qual fez a sua escala inaugural no Funchal. Posteriormente integrou os espanhóis da Pullmantur onde operou primeiro como PACIFIC DREAM, por um curto período de tempo, voltando depois à sua designação original.
Finalmente em 2012 passou para a Croisières de France, subsidiária da Pullmantur, mantendo o nome e continuando assim a operar indirectamente para o grupo Royal Caribbean International.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Em viagem posicional transatlântica oriundo do porto de Philipsburg, ilha de St. Maarten nas Caraíbas, chegou ao início da manhã largando o ferro a sudoeste do porto, permanecendo assim fundeado durante todo o tempo de escala.
Desde logo as baleeiras começaram a trazer os milhares de turistas que viajavam a bordo do HORIZON para terra, sendo que alguns partiram em excursões pela ilha enquanto outros preferiram conhecer o destino independentemente. De uma forma ou outra este trânsito veio a proporcionar um movimento fora do comum, especialmente no centro da Cidade Baleira, o que acaba por ser sempre benéfico para a economia local.
Depois de uma estadia de aproximadamente nove horas, o navio largou perto das 17h rumo a Gibraltar e a caminho do Mediterrâneo. A ilha dourada tem ainda uma escala prevista de um navio de cruzeiros este mês, do AMADEA da Phoenix Reisen, no próximo dia 24 de Abril.
O HORIZON começou a navegar em 1990 com este mesmo nome, tendo sido o primeiro navio encomendado de raiz pela Celebrity Cruises, que na altura ainda integrava o grupo grego da Chandris. À semelhança da unidade gémea entregue dois anos após, o ZENITH, o HORIZON foi construído pelos estaleiros alemães de Meyer Werft, e as linhas de ambos os paquetes serviram de inspiração às futuras gerações de navios da Celebrity, nomeadamente a classe Century e mais tarde a classe Millennium, esta última construída quando a companhia já pertencia ao grupo norte-americano Royal Caribbean.
Em 2006 foi transferido para a Island Cruises, o resultado de uma parceria entre a Royal Caribbean e o operador britânico First Choice, tendo sido renomeado de ISLAND STAR, nome que ostentou até 2009 e com o qual fez a sua escala inaugural no Funchal. Posteriormente integrou os espanhóis da Pullmantur onde operou primeiro como PACIFIC DREAM, por um curto período de tempo, voltando depois à sua designação original.
Finalmente em 2012 passou para a Croisières de France, subsidiária da Pullmantur, mantendo o nome e continuando assim a operar indirectamente para o grupo Royal Caribbean International.
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| HORIZON prestes a largar, é levantada a última baleeira e a plataforma de desembarque. |
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| Navio a levantar o ferro e a largar rumo a Gibraltar. |
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Lancha CTE. CRISTIANO DE SOUSA no Porto Santo
A lancha de pilotos CTE. CRISTIANO DE SOUSA amarrada na marina do Porto Santo, onde actualmente opera em prol da pilotagem do referido porto. Fotografias obtidas a 5 de Abril último, num dia em que fez escala no Porto Santo o paquete HORIZON, que nesta ocasião não precisou do apoio desta lancha, pois quando se trata de fundear não é necessária a ida a bordo do piloto local.
A CTE. CRISTIANO DE SOUSA, que ostenta o nome em homenagem ao Comandante do porto do Funchal na época em que chegou à Madeira, no ano de 1969, foi construída no Reino Unido nos estaleiros Keit Nelson, ilha de Wight. Apresenta 12,52 metros de comprimento, 3,35 metros de boca e 0,99 metros de calado e possui um motor diesel de 359 HP que lhe conferem uma velocidade máxima de 23 nós.
Operou no porto do Funchal entre 1969 até 2001, ficando depois de reserva à lancha CTE. VALÉRIO DE ANDRADE. Ainda passou pelo porto do Caniçal antes de ter sido destacada para o Porto Santo, em detrimento da aquisição de duas novas lanchas para a APRAM S.A. que entraram ao serviço em 2012.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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A CTE. CRISTIANO DE SOUSA, que ostenta o nome em homenagem ao Comandante do porto do Funchal na época em que chegou à Madeira, no ano de 1969, foi construída no Reino Unido nos estaleiros Keit Nelson, ilha de Wight. Apresenta 12,52 metros de comprimento, 3,35 metros de boca e 0,99 metros de calado e possui um motor diesel de 359 HP que lhe conferem uma velocidade máxima de 23 nós.
Operou no porto do Funchal entre 1969 até 2001, ficando depois de reserva à lancha CTE. VALÉRIO DE ANDRADE. Ainda passou pelo porto do Caniçal antes de ter sido destacada para o Porto Santo, em detrimento da aquisição de duas novas lanchas para a APRAM S.A. que entraram ao serviço em 2012.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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