Tal como foi referido num post anterior, o mais recente fim de ano no principal porto turístico da Madeira registou uns singelos 4 navios de cruzeiro durante o dia, sendo que os restantes 5 paquetes chegaram ao Funchal apenas à noite, mas como diz o velho provérbio, mais vale tarde que nunca.
As imagens seguintes descrevem o panorama da baía funchalense momentos antes do espectáculo pirotécnico da meia noite, após a chegada ao largo dos navios QUEEN VICTORIA, AIDA BLU, MAGELLAN e MSC MAGNIFICA. Por esta altura já o MARCO POLO, BOUDICCA e AIDA CARA, haviam deixado as suas posições no porto para obter uma melhor vista no fundeadouro para o anfiteatro, pelo que o OCEANA foi o único a permanecer atracado.
Quanto ao SAGA PEARL II, o mesmo escapou à nossa objectiva, tendo se posicionado mais a leste para assistir ao fogo de artifício, que este ano esteve mais uma vez ao cargo da Macedos Pirotecnia, empresa que há 10 anos realizou o espectáculo que entrou para o livro de recordes do Guiness.
Escusado dizer que foram novamente cerca de 10 minutos de muita cor, luz e som a dar as excelentes boas-vindas a 2017!
Votos de um FELIZ ANO NOVO!
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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WWS
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Mau tempo condicionou navios a 31 de Dezembro
Lá de tempos a tempos e de uma forma quase cíclica, o mau tempo decide pregar uma partida a 31 de Dezembro, condicionando a concentração de paquetes no último dia do ano, a exemplo de outras datas no passado, como em 1968, quando estavam previstos 14 paquetes para a noite de São Silvestre e grande maioria não atracou devido ao estado do tempo. Em 1988 semelhante cenário voltou a repetir-se quando os paquetes CANBERRA e VASCO DA GAMA viram-se forçados a deixar o Funchal após várias tentativas infrutíferas para atracar devido à ondulação adversa.
Em 2016 a forte agitação marítima foi novamente a maior condicionante para a operação dos navios em véspera de Ano Novo, e logo pela manhã os paquetes BOUDICCA, MARCO POLO e OCEANA envolveram-se num renhido confronto com a ondulação, que por vezes variava entre os 2,5 e 3 metros!
Mas desta vez os paquetes levaram a melhor esta disputa e todos eles conseguiram atracar, ao que valeu a resiliência dos oficiais a bordo, pilotos e a constante vigia dos rebocadores locais, que estiveram de prevenção em todas as manobras.
No entanto para os oficiais de serviço na ponte do OCEANA, não puderam dispensar as atenções redobradas mesmo depois do navio ter atracado. A ondulação oriunda de sudeste fez com o mesmo passasse a sua estadia num balanço desenfreado, com os propulsores de proa e popa em constante funcionamento de modo a manter a sua posição no cais. De facto verificou-se uma agitação marítima bastante acentuada no interior do porto, grande parte derivada do cais 8, que nestas condições de mar reflecte as ondas sobretudo em direcção ao cais 3, onde estava atracado o OCEANA, fustigando e muito a sua estabilidade.
Trata-se portanto de uma ironia bastante desagradável, este cais 8 que não foi utilizado uma única vez o ano passado, e que para além da sua inutilidade vem nestas ocasiões prejudicar a estadia dos navios no cais sul. Algo assim de tão irrelevante que terá escapado aos estudos dos ditos especialistas?
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
Estimamos o envio de comentários identificados aos artigos, mas note que não serão aprovados comentários que possam ser considerados de carácter inapropriado ou ofensivo.
Em 2016 a forte agitação marítima foi novamente a maior condicionante para a operação dos navios em véspera de Ano Novo, e logo pela manhã os paquetes BOUDICCA, MARCO POLO e OCEANA envolveram-se num renhido confronto com a ondulação, que por vezes variava entre os 2,5 e 3 metros!
Mas desta vez os paquetes levaram a melhor esta disputa e todos eles conseguiram atracar, ao que valeu a resiliência dos oficiais a bordo, pilotos e a constante vigia dos rebocadores locais, que estiveram de prevenção em todas as manobras.
No entanto para os oficiais de serviço na ponte do OCEANA, não puderam dispensar as atenções redobradas mesmo depois do navio ter atracado. A ondulação oriunda de sudeste fez com o mesmo passasse a sua estadia num balanço desenfreado, com os propulsores de proa e popa em constante funcionamento de modo a manter a sua posição no cais. De facto verificou-se uma agitação marítima bastante acentuada no interior do porto, grande parte derivada do cais 8, que nestas condições de mar reflecte as ondas sobretudo em direcção ao cais 3, onde estava atracado o OCEANA, fustigando e muito a sua estabilidade.
Trata-se portanto de uma ironia bastante desagradável, este cais 8 que não foi utilizado uma única vez o ano passado, e que para além da sua inutilidade vem nestas ocasiões prejudicar a estadia dos navios no cais sul. Algo assim de tão irrelevante que terá escapado aos estudos dos ditos especialistas?
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Paquetes no Funchal na véspera de 2017
Foram quatro os paquetes que marcaram presença durante o dia a 31 de Dezembro último, em mais uma habitual concentração de paquetes no porto do Funchal nesta data. Um número que em dias ditos normais correspondem a casa cheia, mas que nesta ocasião em especial foi considerado de atípico, visto que em anos anteriores era comum assistir-se a vários navios atracados e fundeados já desde manhã cedo.
Contudo São Pedro teve outros planos para esta véspera de 2017 e a festa de paquetes foi adiada para as últimas horas do ano transacto. A ondulação adversa não permitiu a operação dos navios em fundeadouro e deste modo o QUEEN VICTORIA e o MAGELLAN viram-se forçados a alterar as suas chegadas da manhã para a noite.
Assim sendo, entraram logo pela manhã no porto do Funchal o BOUDICCA, MARCO POLO e OCEANA, todos eles com a companhia dos rebocadores locais, caso a forte agitação marítima não fosse causar alguma surpresa desagradável. Três paquetes a operar maioritariamente para o mercado britânico, que se juntaram ao AIDA CARA, com a habitual supremacia de passageiros alemães, atracado no cais norte desde o dia anterior, e à presença do sempre habitual navio ferry LOBO MARINHO, que no último dia do ano não realizou viagem até à ilha vizinha do Porto Santo.
Ainda antes do anoitecer, por volta das 17h, era possível avistar o SAGA PEARL II a aproximar de sul, oriundo de Las Palmas de Gran Canaria, todavia ao entrar na baía o mesmo optou por guinar a leste e rumou até à costa noroeste da ilha para se abrigar da forte ondulação de sudeste, voltando ao Funchal quando já faltava pouco para o espectáculo pirotécnico da meia noite.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Contudo São Pedro teve outros planos para esta véspera de 2017 e a festa de paquetes foi adiada para as últimas horas do ano transacto. A ondulação adversa não permitiu a operação dos navios em fundeadouro e deste modo o QUEEN VICTORIA e o MAGELLAN viram-se forçados a alterar as suas chegadas da manhã para a noite.
Assim sendo, entraram logo pela manhã no porto do Funchal o BOUDICCA, MARCO POLO e OCEANA, todos eles com a companhia dos rebocadores locais, caso a forte agitação marítima não fosse causar alguma surpresa desagradável. Três paquetes a operar maioritariamente para o mercado britânico, que se juntaram ao AIDA CARA, com a habitual supremacia de passageiros alemães, atracado no cais norte desde o dia anterior, e à presença do sempre habitual navio ferry LOBO MARINHO, que no último dia do ano não realizou viagem até à ilha vizinha do Porto Santo.
Ainda antes do anoitecer, por volta das 17h, era possível avistar o SAGA PEARL II a aproximar de sul, oriundo de Las Palmas de Gran Canaria, todavia ao entrar na baía o mesmo optou por guinar a leste e rumou até à costa noroeste da ilha para se abrigar da forte ondulação de sudeste, voltando ao Funchal quando já faltava pouco para o espectáculo pirotécnico da meia noite.
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
OCEANA no Funchal em cruzeiro pelas Caraíbas
Desde que começou a operar para a P&O em 2002, o navio de cruzeiros OCEANA tem sido um visitante regular no porto do Funchal, ontem fez mais uma escala em viagem transatlântica de Southampton para Castries, ilha de St. Lucia, com passageiros maioritariamente britânicos ansiosos por chegar a destinos mais quentes nas Caraíbas.
Não deixa de ser notória a evolução destes paquetes da classe Sun da Princess, à qual integra o OCEANA ex. OCEAN PRINCESS e outros três navios gémeos, o SEA, SUN e DAWN PRINCESS, que foram inspirados pelas linhas dos antigos CROWN e REGAL PRINCESS, construídos nos mesmos estaleiros de Fincantieri Monfalcone em Itália e que hoje em dia operam como PACIFIC JEWEL e PACIFIC DAWN na P&O Australia. Um projecto inicialmente desenvolvido pela extinta Sitmar Cruises, entretanto absorvida pela Princess no final dos anos 80, que assim encomendou a construção aos estaleiros Fincantieri Monfalcone destes dois navios lançados em 1990 e 1991 respectivamente.
Em cima, o OCEANA a deixar o Funchal rumo a uma travessia de 5 dias de mar até às Caraíbas.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Não deixa de ser notória a evolução destes paquetes da classe Sun da Princess, à qual integra o OCEANA ex. OCEAN PRINCESS e outros três navios gémeos, o SEA, SUN e DAWN PRINCESS, que foram inspirados pelas linhas dos antigos CROWN e REGAL PRINCESS, construídos nos mesmos estaleiros de Fincantieri Monfalcone em Itália e que hoje em dia operam como PACIFIC JEWEL e PACIFIC DAWN na P&O Australia. Um projecto inicialmente desenvolvido pela extinta Sitmar Cruises, entretanto absorvida pela Princess no final dos anos 80, que assim encomendou a construção aos estaleiros Fincantieri Monfalcone destes dois navios lançados em 1990 e 1991 respectivamente.
Em cima, o OCEANA a deixar o Funchal rumo a uma travessia de 5 dias de mar até às Caraíbas.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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domingo, 17 de janeiro de 2016
Paquetes da P&O no Funchal em viagem transatlântica
Imagens dos paquetes ARCADIA e OCEANA da P&O Cruises, que fizeram escala no porto do Funchal a 7 e 8 de Janeiro de 2016 respectivamente, no decurso de viagens transatlânticas. O primeiro oriundo das Caraíbas para o Reino Unido e o segundo no sentido inverso.
Ambos paquetes construídos em Itália nos estaleiros do grupo Fincantieri, começaram a operar para esta companhia secular britânica já na era Carnival, o OCEANA integrava uma classe de quatro navios gémeos na Princess Cruises como OCEAN PRINCESS, e foi transferido em 2002 para a P&O, enquanto que o ARCADIA foi inicialmente projectado como QUEEN VICTORIA para a Cunard, seguindo as linhas da classe Vista da Holland America Line. Todavia o projecto passou para as mãos da P&O em plena construção, tendo o ARCADIA começado a operar para os mesmos em 2005.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Ambos paquetes construídos em Itália nos estaleiros do grupo Fincantieri, começaram a operar para esta companhia secular britânica já na era Carnival, o OCEANA integrava uma classe de quatro navios gémeos na Princess Cruises como OCEAN PRINCESS, e foi transferido em 2002 para a P&O, enquanto que o ARCADIA foi inicialmente projectado como QUEEN VICTORIA para a Cunard, seguindo as linhas da classe Vista da Holland America Line. Todavia o projecto passou para as mãos da P&O em plena construção, tendo o ARCADIA começado a operar para os mesmos em 2005.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Navios da P&O no Funchal
Nos últimos dias o porto do Funchal recebeu a escala de alguns dos navios de cruzeiro que compõem a frota actual de 8 unidades da P&O Cruises, a mais antiga empresa da Marinha Mercante Britânica e umas das companhias mais regulares na Madeira.
Na passada Sexta-Feira, dia 27 de Novembro, fizeram escala em simultâneo no Funchal dois navios da P&O, OCEANA e VENTURA, proporcionando um contraste entre as cores novas e antigas da companhia, tal como já tinha acontecido no porto da capital madeirense a 30 de Outubro último, entre ARCADIA e ORIANA.
Curiosamente ambos os navios foram construídos em Itália, nos estaleiros de Fincantieri em Monfalcone, o OCEANA no ano de 2000 entregue à Princess Cruises como OCEAN PRINCESS tendo sido transferido para a P&O dois anos depois, enquanto que o VENTURA de 2008 foi já encomendado pela própria companhia, mas que partiu do mesmo projecto da classe Crown da Princess, sendo assim parcialmente idêntico aos navios CROWN, EMERALD e RUBY PRINCESS.
No Domingo dia 29, foi a vez da escala do ARCADIA em viagem transatlântica do seu porto base de Southampton para St. John's, Antigua, tendo-se verificado que já está para muito breve a alteração das cores do navio, devendo a mesma iniciar-se pela pintura da chaminé a azul e a colocação dos logótipos na mesma.
Logo no dia seguinte, foi precisamente o navio mais antigo da frota, o ORIANA que este ano completa 2 décadas de actividade, a visitar o porto do Funchal, um destino que bem conhece, tendo sido a primeira escala do seu cruzeiro inaugural em Abril de 1995.
Infelizmente e pelo terceiro dia consecutivo, o porto do Funchal deveria de ter recebido hoje outro navio da P&O, o AURORA, que entretanto trocou a sua escala na Madeira pelo porto da Praia da Vitória, ilha da Terceira (Açores), por falta de cais acostável que permitisse a sua atracação.
Fotografias da autoria de João Abreu, salvo referência contrária.
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Na passada Sexta-Feira, dia 27 de Novembro, fizeram escala em simultâneo no Funchal dois navios da P&O, OCEANA e VENTURA, proporcionando um contraste entre as cores novas e antigas da companhia, tal como já tinha acontecido no porto da capital madeirense a 30 de Outubro último, entre ARCADIA e ORIANA.
Curiosamente ambos os navios foram construídos em Itália, nos estaleiros de Fincantieri em Monfalcone, o OCEANA no ano de 2000 entregue à Princess Cruises como OCEAN PRINCESS tendo sido transferido para a P&O dois anos depois, enquanto que o VENTURA de 2008 foi já encomendado pela própria companhia, mas que partiu do mesmo projecto da classe Crown da Princess, sendo assim parcialmente idêntico aos navios CROWN, EMERALD e RUBY PRINCESS.
No Domingo dia 29, foi a vez da escala do ARCADIA em viagem transatlântica do seu porto base de Southampton para St. John's, Antigua, tendo-se verificado que já está para muito breve a alteração das cores do navio, devendo a mesma iniciar-se pela pintura da chaminé a azul e a colocação dos logótipos na mesma.
Logo no dia seguinte, foi precisamente o navio mais antigo da frota, o ORIANA que este ano completa 2 décadas de actividade, a visitar o porto do Funchal, um destino que bem conhece, tendo sido a primeira escala do seu cruzeiro inaugural em Abril de 1995.
Infelizmente e pelo terceiro dia consecutivo, o porto do Funchal deveria de ter recebido hoje outro navio da P&O, o AURORA, que entretanto trocou a sua escala na Madeira pelo porto da Praia da Vitória, ilha da Terceira (Açores), por falta de cais acostável que permitisse a sua atracação.
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